Meu nome é Felipe de Oliveira Dias, nasci em Joinville, tenho 15 anos. Passei os meus 1 até os 10 anos com minha mãe, e até os meus 8 com meu irmão. Meus pais são separados, mas isso não se tornou um problema para mim, talvez algumas noites de choro, mas me deu muitas pessoas incriveis na minha vida. Antes dessa época da minha vida, era muito bom, porém não cabe tudo dentro de um site. Morei quase 2 anos com meu pai e minha "mãedrasta", eles sempre foram muito acolhedores, me senti em uma família de verdade. Eles moravam no Paraná, e na época da pandemia ficou fácil deu ir visitá-los, meu pai era caminhoneiro, e as minhas atividades eram online, era a junção perfeita. Quando voltei para as aulas, me senti muito mal, me sentia mais burro por não ter aprendido nada na pandemia, e triste por deixar a minha única família que realmente me acolheu para trás. Nunca tive o que muitos idealizam como família, por parte de mãe, nunca tive contato por conta da distância, porém a do meu pai, era mais fundo, era odiado, entretanto, havia algumas almas boas que me acolhiam. Voltando para as aulas, eu me considerava inútil, era burro, muito burro, e algumas professoras não gostavam nem um pouco de mim, então, juntando a raiva dos professores e minha ansiedade, ocasionou no ano em que eu me arrependo por ter vivido. Após esse ano, com muitas brigas com a escola, fui morar com meu pai, onde digo com sinceridade que sofri, sofri para aprender, virei um homem, porém, me mudei de Joinville novamente. Aconteceu diversas coisas enquanto eu estava fora, coisas malvadas e enrraízadas na minha família. Voltei, mas para outra escola, onde digo que tive entre muitas aspas, o meu "auge". Era considerado o mais inteligente, e foi realmente muito bom, fiz amigos. Porém, quando entrei para o ensino médio, fiz algumas coisas que me envergonham mortalmente. Dizem "Se arrependimento matasse...", hoje eu não sei se é arrependimento ou sou eu que me mato, me arrependo de tudo isso. E hoje estou aqui, sofrendo muito por dentro, implorando por férias ou que o meu dia tenha mais horas dos que os outros. Quero ser bom em tudo, e tento provar isso a todo ponto, porém, afasta isso dos meus amigos, que hoje tento segurá-los a todo custo, pois essa competição maldita já me afastou de muitas pessoas. Desculpe a sinceridade, mas é o que sinto, e sei bem o que sou, sou forte, e dou a cara todo o dia para a morte, mas por enquanto, ela não me levou.
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